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Sintegração sobre conceitos Hertzberger

  Certamente, é possível destacar que a proposta da sintegração, isto é, uma interface que possibilitou que os alunos construíssem um entendimento crítico e coletivo através da propagação ideias em grupo e, posteriormente, na troca de informações nos consecutivos grupos, apresentada em aula , dia 15 de maio, foi uma forma comunitária e  inovadora, para mim, de ampliar meus conhecimentos sobre a obra literária  "Lições de Arquitetura". Primeiramente, ao analisar quatro espaços subutilizados na escola, por meio dinâmica citada, foi possível verificar diferentes aspectos, em que, inicialmente, atentando para o espaço atrás das paredes do bicicletário, no qual estava na rodada como observadora, na temática "forma convidativa; o espaço habitável entre as coisas", pude constatar que os demais alunos presentes assentem sobre o posicionamento das paredes do ambiente, cuja posição labiríntica implica na interferência e no acesso ao local, consequentemente, deixando o mesmo menos atrativo, a acessibilidade mais travada. Posteriormente, no espaço embaixo da escada perto do radames analisamos  os conceitos: O Intervalo; Demarcações privadas no espaço público; Conceito de obra públicas, a partir disso, foi concluído pelo grupo, em que participei através da discussão, majoritariamente, que o espaço era tido como algo “público” ao comparar com as salas  e, também que nós alunos não nos sentimos pessoalmente responsável pelo espaço, uma vez que as monótonas paredes, criam regras implícitas como, por exemplo, a vontade de expor ou criar artes nelas o que causa o afastamento ao sentimento de responsabilidade. Para mais, na terceira rodada, cuja temática era visão, o meu papel era de crítica e o espaço era o museu, notei que para muitos ali presente Hertzberger é de fato assertivo ao fala sobre a arquitetura funcionalista, na qual não chega a explorar o potencial das características para além do funcionalismo. Nesse sentido, a falta de ligação entre o espaço e a função no museu e por ser um local de passagem, tornaram o potencial de ter um museu na Ead falho. Em suma, ao comparar os dizer desse capítulo em que a arquitetura é capaz de mostrar o que não é realmente visível e a problemática, fica claro que esse conceito pode ter seu lado negativo. Por fim, no hall dos elevadores  percebemos que é um local de transição e um espaço de permanência, uma vez que  contém lugares para isso, ao mesmo tempo  que para chegar em qualquer região da escola você é quase que obrigado a passar por lá, entretanto isso acontece de uma maneira muito precária tornando mais interessante definir o espaço com um espaço de espera, espera dos elevadores, espera curta entre um intervalo e outro. Como um todo acredito que a escola de arquitetura se propõe a realizar um série de coisas, entretanto muitas delas acabam não cumprindo sua real funcionalidade.

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