Crítica estruturada das imagens dos colegas (individual)
PRIMEIRA CRÍTICA
Inicialmente, devo dizer que há pontos positivos e negativos a serem exteriorizados. Dessa forma, a similaridade presente nas três imagens da Letícia é com certeza, para mim, um ponto extremamente positivo. Todavia, ao observar individualmente as imagens não há coerência na qualidade, uma vez que, por exemplo, a primeira e a terceira a presentam uma escassa exploração das técnicas de luz e sobra. Apesar de amar a verticalidade presente nela, tenho que admitir que talvez isso não seja o bastante para transformá-la na melhor foto do trio. Título esse que vai com certeza para a segunda imagem, que tem uma simplicidade louvável, talvez ela seja a personificação de que nem tudo para ser belo e funcional precisa de uma riqueza de detalhes, com apenas contornos, luz e sombra a autora cumpriu com êxito a temática proposta.
SEGUNDA CRÍTICA
Ao analisar as fotos observei que a Layla optou trabalhar a luz e a sombra por uma espiral em diferentes ângulo, embora tenha sido interessante essa tomada, para mim, esses ângulos diferentes criou uma quebra na linha de raciocínio, uma vez que cada imagem apresenta características distintas das outras. Para mais, individualmente essas fotos apresentam uma riqueza intrigante, na qual os detalhes, que critiquei sobre o conjunto da obra, ganham majestoso contornos: na terceira há uma exploração da verticalidade do objeto, em que me passa uma sensação que o simples papel é uma escultura fabulosa, todavia, a técnica de luz e sombra foi um pouco desfrutada, na segunda há, para mim, o ápice das fotografias da Layla, cuja síntese do que parece o proposto (a espiral e a luz e sombra) está impecável e todos os atores envolvido estão sintonia e por último e menos importante a primeira imagem fica no básico e não tem uma particularidade que me encanta, isso posto, fica evidente que foi a que menos gostei. Em suma, o trabalho apresentado ficou surpreendentemente criativo.


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