Tendo como base o espaço em frente ao Lagear e ao MOM, a equipe desenvolveu os efeitos da rede que mostram, respectivamente, as substâncias, os sentimentos e as sensações associadas ao local. A primeira menção foi sensação hospitalar, causada principalmente pela predominância de paredes brancas e objetos de metal em locais como a porta de entrada da escola, que gerou nos participantes do grupo a repulsa e a angustia. Outro tema abordado foi a bolha criada pela quietude do local, que é beneficiada com presença da porta segundaria, na qual há um aumento a permeabilidade visual, todavia também permite o sentimento de isolamento. Além disso, a sensação de vazio, oriunda da falta de objetos e pelo tamanho e abrangência da sala, foi trazida a ponto, visto que distancia o indivíduo que se sente pequeno em relação ao ambiente. Também digno de nota a sensação de apatia, que por falta de pessoas e de estímulos, incluem o tédio e o desconexão para a cotidiano do espaço. Por fim, em quase todo o lado há a luminosidade dos vidros das portas e das janelas.
Certamente, é possível destacar que a proposta da sintegração, isto é, uma interface que possibilitou que os alunos construíssem um entendimento crítico e coletivo através da propagação ideias em grupo e, posteriormente, na troca de informações nos consecutivos grupos, apresentada em aula , dia 15 de maio, foi uma forma comunitária e inovadora, para mim, de ampliar meus conhecimentos sobre a obra literária "Lições de Arquitetura". Primeiramente, ao analisar quatro espaços subutilizados na escola, por meio dinâmica citada, foi possível verificar diferentes aspectos, em que, inicialmente, atentando para o espaço atrás das paredes do bicicletário, no qual estava na rodada como observadora, na temática "forma convidativa; o espaço habitável entre as coisas", pude constatar que os demais alunos presentes assentem sobre o posicionamento das paredes do ambiente, cuja posição labiríntica implica na interferência e no acesso ao local, consequentemente, deixando o mesmo...

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